31 julho 2015

Resenha: Armadilhas da mente


Armadilhas da mente


Camille é mulher bela, rica e brilhante, capaz de deixar as pessoas impressionadas com sua habilidade de debater e argumentar. Mas seus diplomas e seu intelecto não foram suficientes para evitar que se tornasse vítima de suas próprias emoções. 

Casada com o banqueiro Marco Túlio, Camille sempre foi fechada em seu próprio mundo.Crítica, obsessiva, pessimista, não gostava de ser confrontada e não se curvava diante de ninguém, nem de psiquiatras ou psicólogos. Não concluía nenhum tratamento. 

Vendo a depressão, as manias e as fobias de sua esposa se agravarem, Marco Túlio resolve comprar uma linda fazenda para que ela possa se afastar do estresse da cidade, respirar ar puro, se reconectar com a natureza e, quem sabe, com ela mesma. 

Mesmo assim, transtornos mentais a impedem de sair de casa e pesadelos constantes não a deixam dormir. Enclausurada em sua própria mente, Camille piora a olhos vistos. 
A reviravolta, porém, muitas vezes começa onde menos se espera. Quando conhece o excêntrico jardineiro da fazenda, Camille se surpreende com sua inteligência e, ao interagir com ele, a alegria volta pouco a pouco ao seu coração. 

Em seguida entra na sua vida o sábio e instigante psiquiatra Marco Polo, que a estimula a superar os conflitos e procurar um personagem que deixara pelo caminho: ela mesma. Camille terá que aprender a se perdoar e a compreender pessoas “imperdoáveis”. 

Profundo e emocionante, Armadilhas da mente é uma aula de filosofia e psicologia, que mostra que os labirintos da psique humana são bem mais complexos do que qualquer um de nós é capaz de imaginar.


Sinopse: Skoob 





Olá amigos !!!



Tenho, novidades. Li o livro Armadilhas da mente de Augusto Cury. Um dos meus escritores favoritos, e após, já ter lido o 14° livro do autor, reafirmo a minha admiração e paixão, pelos livros do Augusto Cury. É maravilhoso, quando você, já conhece a linguagem do autor, que em um dado momento até pode parecer, repetitivo e mesmo assim, o autor, consegue, te prender e te surpreender,como se você tivesse, lendo o primeiro livro.


se você quiser ler algum livro do Augusto Cury, você terá que gostar, de filosofia, ter curiosidade, sobre pedagogia, psicologia e etc.




Em Armadilhas da Mente a história se passa entre o casal Camille e Marco Túlio. Marco Túlio é um ocupado, e rico, banqueiro. Camille, uma intelectual, escritora dona  de  uma inteligência, admirável. A história, aborda temas como qualidade de vida, sobre a difícil, convivência, de casais que não tem tempo, para uma vida com pequenos prazeres diários. Como o tipo de  casal que trabalha um ano inteiro, para juntar dinheiro e poder fazer a viagem dos sonhos, mas quanto tempo juntos teve que ser sacrificado, para que se trabalhasse, para fazer essa viagem? "Sacrificamos o presente, para construir o incerto, o  futuro, que talvez, nem chegue a ser vivido". ( filosofei, efeito colateral deste livro). Marco Polo. personagem, no livro O futuro da Humanidade, reaparece, nesta história o psiquiatra, que irá ajudar Camille a reconstruir, a sua história reeditando seus traumas. Em seus livros Cury, aborda de maneira sutil sua teoria  da inteligência Multifocal. Mas não se assuste, isso não irá deixar de emocionar, e de te surpreender. A leitura é muito boa desde que você se sinta atraído, por tal assunto. Mas em muitos momentos a gente pode sim se identificar, com alguma, dor ou trauma da personagem, os personagens são fictícios,mas os acontecimentos e traumas, são bem reais, já que a maior fonte de inspiração do autor são suas. mais de 20 mil sessões de psicoterapia e consultas psiquiátricas.



Camille é uma mulher rica inteligentíssima, porém com muitos transtornos, e usa sua inteligência, para se defender, de muitos especialistas, que sem sucesso, atende a intelectual. Até que ela sai da cidade grande e vai morar em uma linda fazenda: A fazenda monte belo.


Lá Camille conhece,o  humilde e simpático, jardineiro: Zé do não, ou Zenão. Zenão tem este apelido, porque durante um período, de sua vida, era um homem negativo, que não tinha nem uma razão pra viver, assim como Camille teve seus traumas, perdas e dores. Mas graças ao amigo e  doutor Marco Polo,Zenão  conseguiu transformar sua vida, pra melhor. Por indicação, do Zenão, ao marido de Camille, Marco Túlio pede  para que Marco Polo, atenda sua esposa. O doutor aceita o desafio, quase impossível, e chega, de madeira muito cuidadosa e despretensiosa, na fazenda, Belo Monte. Pela primeira vez Camille encontra, alguém que não a  resume pelos  seus traumas, mas consegue enxergar, muito além de sua dor. Marco Polo, ajuda, Camille a vencer seus traumas, usando, a sua melhor arma, a inteligência.     


 "Não há mentes impenetráveis, apenas chaves erradas" (Augusto Cury)


Mas Zenão  tinha em comum com a doutora Camille, a a filosofia.  Ele também conhecia, um pouco de filosofia, mas para preconceituosa, escritora, um simples e feliz jardineiro conhecer um pouco de filosofia, já era algo extremamente, espantoso.

Esse, especial personagem irá transformar todo, preconceito, que Camille, tem sobre ele, em uma lida e frutuosa admiração. Camille passa por uma transformação, em sua emoção e   resgata, seus mais preciosos tesouros, os quais dinheiro nenhum  pode comprar. A satisfação de uma felicidade, alicerçada, no perdão, na compreensão e no amor.  


Em breve estarei postando frases deste mesmo livro. Bjs e até logo



OBS: Neste livro, muitos filósofos foram
mencionados: Heme, Kant, Husserl, Hegel,Camille Claudel, Voltare, Nietzsche, Arthur Schopenhauer, Sigmund Freud, Jean-Jaques Rousseau entre outros.    




 Por Bia Oliveira 

24 julho 2015

A CHEGADA DE ARIANO SUASSUNA NO CÉU

No último dia 23 de Julho, Lembramos o primeiro ano, da morte de Ariano Suassuna. Li este artigo e achei simplesmente, maravilhoso, e quero dividir com todos vocês, que visitam  meu blog. Espero que gostem.



Suassuna que, na vida,
Sonhou em ser imortal,
Entrou para Academia,
Mas percebeu, afinal,
Que imortal é a vida
No plano celestial.
Nos palcos do firmamento
Jesus concebeu um plano
De montar um espetáculo
Para Deus Pai Soberano
E, ao lembrar de um dramaturgo,
Mandou buscar Ariano.
Jesus mandou-lhe um convite,
Mas Ariano não leu.
Estava noutro idioma,
Ele num canto esqueceu,
Nem sequer observou
Quem foi que lhe escreveu.
Depois de um tempo, mandou
Uma segunda missiva.
A secretária do artista
Logo a dita carta arquiva,
Dizendo: — Viagem longa
A meu mestre não cativa.
Jesus sem ter a resposta
Disse torcendo o bigode:
— Eu vejo que Suassuna
É teimoso igual a um bode.
Não pode, mas ele pensa
Que é soberano e pode!
Jesus, já perdendo a calma,
Apelou pra outro suporte.
Para cumprir a missão,
Autorizou Dona Morte:
— Vá buscar o escritor,
Mas vê se não erra o corte!
A morte veio ao País
Como turista estrangeiro,
Achando que o Brasil
Era só Rio de Janeiro.
No rastro de Suassuna,
Sobrou pra Ubaldo Ribeiro.
Porém, antes de encontrá-lo,
Sofreu um constrangimento
Passando em Copacabana,
Um malfazejo elemento
Assaltou ela levando
Sua foice e documento.
A morte ficou sem rumo
E murmurou dessa vez:
— Pra não perder a viagem
Vou vender meu picinez
Para comprar outra foice
Na loja de algum chinês.
Por um e noventa e nove
A dita foice comprou.
Passando a mão pelo aço,
Viu que ela enferrujou
E disse: — Vai essa mesma,
Pois comprar outra eu não vou!
A morte saiu bolando,
Sem direção e sem tino,
Perguntando a um e a outro
Pelo escritor nordestino,
Obteve informação,
Gratificando um menino.
Ao encontrar João Ubaldo,
Viu naufragar o seu plano,
Se lembrando da imagem
Disse: — Aqui há um engano.
Perguntou para João
Onde é que estava Ariano.
Nessa hora João Ubaldo,
Quase ficando maluco,
Tomou um susto arretado,
Quando ali tocou um cuco,
Mas, gaguejando, falou:
—Ele mora em Pernambuco!
A morte disse: — Danou-se
Dinheiro não tenho mais
Para viajar tão longe,
Mas Ariano é sagaz.
Escapou mais uma vez,
Vai você mesmo, rapaz!
Quando chegou lá no Céu
Com o escritor baiano,
Cristo lhe deu uma bronca:
— Já foi baldado o meu plano.
Pedi um da Paraíba
E você trouxe um baiano.
João Ubaldo é talentoso,
Porém não escreve tudo.
“Viva o Povo Brasileiro”
É sua obra de estudo,
Mas quero peça de humor,
Que o Céu tá muito sisudo.
Foi consultar os arquivos
Pra ressuscitar João,
Mas achou desnecessário,
Pois já era ocasião
Pra ele vir prestar contas
Ali na Santa Mansão.
Jesus olhou para a Morte
E disse assim: — Serafina,
Vejo não és mais a mesma.
Tu já foste mais malina,
Tá com pena ou tá com medo,
Responda logo, menina?!
— Jesus, eu vou lhe falar
Que preciso de dinheiro.
Ariano mora bem
No Nordeste brasileiro.
Disse o Cristo: —Tenho pressa,
Passe lá no financeiro!
— Só faço que é pra o Senhor.
Pra outro, juro não ia.
Ele que se conformasse
Com o escritor da Bahia.
Se dependesse de mim,
Ariano não morria.
A morte na internet
Comprou passagem barata.
Quase morria de susto
Naquela viagem ingrata.
De vez em quando dizia:
— Eita que viagem chata!
Uma aeromoça lhe trouxe
Duas barras de cereais.
Diz ela: — Estou de regime.
Por favor, não traga mais,
Porque se vier eu como,
Meu apetite é voraz!
Quando chegou no Recife,
Ficou ela de plantão
Na porta de Ariano
Com sua foice na mão,
Resmungando: — Qualquer hora
Ele cai no alçapão!
A morte colonizada,
Pensando em lhe agradar,
Uma faixa com uma frase
Ela mandou preparar,
Dizendo: “Welcome Ariano”,
Mas ele não quis entrar.
Vendo a tal faixa, Ariano
Ficou muito revoltado.
Começou a passar mal,
Pediu pra ser internado
E a morte foi lhe seguindo
Para ver o resultado.
Eu não sei se Ariano
Morreu de raiva ou de medo.
Que era contra estrangeirismos,
Isso nunca foi segredo.
Certo é que a morte o matou
Sem lhe tocar com um dedo.
Chegou no Céu Ariano,
Tava a porta escancarada.
São Pedro quando o avistou
Resmungando na calçada,
Correu logo pra o portão,
Louvando a sua chegada.
Um anjinho de recado
Foi chamar o Soberano,
Dizendo: – O Senhor agora
Vai concretizar seu plano.
São Pedro mandou dizer
Que aqui chegou Ariano.
Jesus saiu apressado,
Apertando o nó da manta
E disse assim: — Vou lembrar
Dessa data como santa
Que a arte de Ariano
Em toda parte ela encanta.
São Pedro lá no portão
Recebeu bem Ariano,
Que chegou meio areado,
Meio confuso e sem plano.
Ao perceber que morreu,
Se valeu do Soberano.
Com um chapelão de palha
Chegou Ascenso Ferreira,
O grande Câmara Cascudo,
Zé Pacheco e Zé Limeira.
João Firmino Cabral
Veio engrossar a fileira.
E o próprio João Ubaldo
(Que foi pra lá por engano)
Veio de braços abertos
Para abraçar Ariano.
E esse falou: – Ubaldo,
Morrer não tava em meu plano!
Logo chegou Jorge Amado
E o ator Paulo Goulart.
Veio também Chico Anysio
Que começou a contar
Uma anedota engraçada
Descontraindo o lugar.
Logo chegou Jesus Cristo,
Com seu rosto bronzeado.
Veio de braços abertos,
Suassuna emocionado
Disse assim: — Esse é o Mestre,                                                       
O resto é papo furado!
Suassuna que, na vida,
Sonhou em ser imortal,
Entrou para Academia,
Mas percebeu, afinal,
Que imortal é a vida
No plano celestial.
Jesus explicou seus planos
De fazer uma companhia
De teatro e ele era
O escritor que queria
Para escrever suas peças,
Enchendo o Céu de alegria.
Nisso Ariano responde:
— Senhor, eu me sinto honrado,
Porém escrever uma obra
É serviço demorado.
Às vezes gasto dez anos
Para obter resultado.
Nisso Jesus gargalhou
E disse: — Fique à vontade.
Tempo aqui não é problema,
Estamos na eternidade
E você pode criar
Na maior tranquilidade.
Um homem bem pequenino
Com chapeuzinho banzeiro,
Com um singelo instrumento,
Tocou um coco ligeiro
Falando da Paraíba:
Era Jackson do Pandeiro.
Logo chegou Luiz Gonzaga,
Lindu do Trio Nordestino,
E apontou Dominguinhos
Junto a José Clementino
E o grande Humberto Teixeira,
Raul e Zé Marcolino.
Depois chegou Marinês
Com Abdias de lado
E Waldick Soriano,
Com um vozeirão impostado,
Cantou “Torturas de Amor”,
Como sempre apaixonado.
Veio então Silvio Romero
Com Catulo da Paixão,
Suassuna enxugou
As lágrimas de emoção
E Catulo, com seu pinho,
Cantou “Luar do Sertão”.
Leandro Gomes de Barros
Junto a Leonardo Mota,
Chegou Juvenal Galeno,
Otacílio Patriota.
Até Rui Barbosa veio  
Com título de poliglota.
Chegou Regina Dourado,
Tocada de emoção,
Juntinho de Ariano,
Veio e beijou sua mão
E disse: — Na sua peça
Quero participação.
Ariano dedicou-se
Àquele projeto novo.
Ao concluir sua peça,
Jesus deu o seu aprovo
E a peça foi encenada
Finalmente para o povo.
Na peça de Ariano
Só participa alma pura.
Ariano virou santo,
Corrigiu sua postura.
Lá no Céu ganhou o título
Padroeiro da cultura.
Os artistas que por ele
Já nutriam grande encanto
Agora estando em apuros,
Residindo em qualquer canto,
Lembra de Santo Ariano
E acende vela pro santo.

22 julho 2015

Autor de ‘A culpa é das Estrelas’ quer Taylor Swift em “Quem é você, Alasca?”

Por 

E não é que o autor de ‘A culpa é das Estrelas’ não para de impressionar? Em seu próximo filme que será adaptado para os cinemas, ‘Quem é você, Alasca?’, John Green, durante entrevista, disse que gostaria muito que a cantora Taylor Swift participasse!
“Não sou eu quem decide o elenco. Mas gosto muito da Taylor, sou um grande fã. Eu sou muito grato ao apoio dela a meus livros, e adoraria conhecê-la pessoalmente”.
Love-you-guys
John Green conhece Taylor Swift por Facetime, quando Cara Delevingne os apresentou.
Ainda não escolheram o elenco para o longa, então a possibilidade de Taylor no longa ainda existe!

Fonte:  http://metropolitanafm.uol.com.br/

14 julho 2015

Frases: Quem me roubou de mim?

Sinopse:  Em “Quem me roubou de mim?” Padre Fábio de Melo aborda uma violência sutil, mas destruidora, que aflige muitas pessoas: o sequestro da subjetividade. Essa expressão pouco comum refere-se à privação que sofremos de nós mesmos quando estabelecemos com alguém, nas palavras do próprio autor, “um vínculo que mina nossa capacidade de ser quem somos, de pensar por nós mesmos, de exercer nossa autonomia, de tomar decisões e exercer nossa liberdade de escolha”. Uma vez sequestrados, perdemos a capacidade de sonhar, ficamos impossibilitados de viver as realizações para as quais fomos feitos e não temos com quem reclamar. Precisamos, portanto, estar sempre atentos para que isso não nos aconteça pois, como escreve padre Fábio: “Nenhuma relação humana está privada de se transformar em roubo, perda de identidade, ainda que as pessoas nos pareçam bem-intencionadas. Um só descuido e as relações podem evoluir para essa violência silenciosa. Basta que as pessoas se percam de seus referenciais, [...] que confundam o amor com posse, que abram mão de suas identidades, e que se ausentem de si mesmas”.
Saraiva  




Quem me roubou de mim?  ganhou uma edição ampliada, pela Editora Planeta, (capa da segunda edição terceira imagem). As frases postadas serão retiras da primeira edição do livro. 



*A vida humana é uma constante experiência de travessia. Estamos em êxodos contínuos, em processos de deslocamentos intermináveis, porque, enquanto estivermos vivos, seremos convidados para o movimento  que  que nos proporciona a superação de estágios, condições e atitudes. 



* Precisamos dilatar as consciências que temos de nós mesmos. É assim que Deus ganha espaço em nós. Quanto mais conscientes do que somos, fazemos e podemos, seremos homens e mulheres mais realizados, prontos para o desafio de transformar o mundo. 



* Onde houver um ser humano realizado, nele Deus estará revelado. 



*Digo o que posso e também o que não posso. Por isso o limite é positivo. Ele me proporciona um agir coerente, porque me posiciona a partir do que sou e não do que o outro gostaria que fosse. 



*Apreender e conhecer os limites que se tem é um jeito interessante de potencializar as qualidades que nos são próprias. 



* As alegrias costumam ser preparadas no silêncio das duras esperas. 



*A ausência ainda é uma forma interessante de mensurar o que amamos e o que queremos bem. 


* Distantes do que antes era tão próximos, recordamos a visão encantadora do nosso lugar. Olhamos de um jeito novo. Redescobrimos os detalhes, as belezas silenciosas que com o tempo, desaprendemos a perceber. 




* Toda relação é um encontro de subjetividade. A vida é feita desses encontros. 



* Do amor á  posse o caminho é curto.Basta que percamos o fogo de nossa identidade para que corramos o risco de alguém administrar nossa vida, roubando-nos de nós mesmos. 

*Na condição de ser primeira morada do mundo, cada ser humano traz em si o dom de transformar o mundo inteiro, mas isso só será possível se ele viver o constante desafio de não perder-se de si mesmo. 




* Cada pessoa é uma propriedade já entregue, isso é, dada a si mesma, mas ainda precisa ser conquistada. É como se pudéssemos reconhecer: "Eu já sou meu, mas preciso me conquistar", porque, embora eu tenha a escritura nas mãos, ainda não conheci a propriedade que  a escritura me assegura possuir. * O amor talvez seja isso.Encontro de partes que se complementam porque se respeitam. E, no ato de respeitarem, ampliam o mundo um do outro. O recém-chegado não tem o direito de reduzir o mundo de quem se deixou encontrar. O amor não diminui, mas multiplica.
*Sempre que alguém chega á nossa vida nunca vem sozinho. Ele traz o seu horizonte de sentido. Pessoas, coisas, valores, idéias. Traz o alicerce que o  faz ser o que é. 




* É assim que podemos intensificar o nosso processo de "ser pessoa". Á medida que motivamos e somos motivados para o autoconhecimento, tornamo-nos á disposição dos outros. 




*Não me leve de mim. Leve-me até mim. 



*...Que você chegue com seu dom de também me fazer chegar perto de mim...Pra me fazer ver o que sou e que só você viu. Para eu ser capaz de amar também o que você amou. 


*Se Deus nos fez livres, o amor de quem nos encontrar pela vida não pode ser contraditório ao amor que nos originou. O outro que acabou de chegar não tem o direito de se tornar obstáculo para "Aquele" que nos sustenta em nossa condição primeira. 


* Estamos em processo de feitura, e Deus nos devolve a nós o mesmo o tempo todo. Ele nos devolve pelas mãos históricas de quem nos encontra, de quem nos ama. É o amor humano de Deus, manifestado em minha vida pela força de pessoas concretas, cheias de voz e de gestos. 
*Só deseja aquele que carece. E carecer é o mesmo que ser imperfeito limitado. 



* O que nos faz querer estar ao lado de alguém é o desejo. Não o mesmo desejo de sempre, mas o desejo que se modifica á medida que vivemos o processo natural da vida. 



* o amor só pode acontecer nas pessoas que atravessam a ante-sala da paixão.Somente depois de conhecidos limites e virtudes é que o amor é real. 



*Eu procuro por mim, tal qual o artesão procura sua arte, escondida nos excessos da matéria bruta de seu mármore. 

Quem me roubou de mim? É  um livro, que em algum momento, ou até durante toda leitura, você vai se identificar. Ou porque você é vitima de uma relação, que te faz refém,. Ou porque você está fazendo alguém  refém.  A diferença entre, ser vitima ou ser, o carrasco nas relações, tem  diferenças, que pode ser bem identificadas através, da leitura deste best-seller. Qua vale muito apena ler.   
Espero que tenham gostado da seleção, de frases. Obrigado pela visita. bjs

Por Bia Oliveira 



Sobre o livro: 

 Quem Me Roubou de Mim? Foi lançado em 2008 pela Editora Canção Nova  em 2009 foi o terceiro livro mais vendido, no Brasil. Segundo a revista Veja. Em 2013 ganhou nova edição pela  Editora Planeta. 



05 julho 2015

Resenha: A cidade do sol



A Cidade do Sol






"Assim como uma   bússola precisa apontar para o norte, assim também o dedo acusador de um homem sempre encontra um mulher á sua frente, sempre. Nunca se esqueça disso".

 Mariam, personagem central de  : "A cidade do sol" sempre ouvia de sua mãe, está frase.  Nana. é uma mulher, cheia de dores e rancores. Mariam cresceu ouvindo a mãe colocar sobre os seus ombros  toda a infelicidade, e os sacrifícios feito  por, ela.  Eram culpa da pequena e inocente  Mariam. Ela tinha cinco anos quando ouviu a mãe chamá-la pela primeira vez de "Harami" que significa bastarda. A menina é  fruto de uma relação ilegítima. Seu pai Jalil é um homem rico,  têm  três esposas e nove filhos legítimos e Mariam.  Nana, era empregada na casa de Jalil, quando a barriga da moça cresceu, a família de Jalil, o pressionou para despedir Nana. Assim ele fez. Mariam cresceu distante de tudo, vivia em um mundo a parte, seu pai ia visitá-la, uma vez por semana. Onde ela mora em uma Kolba. Perto de um riacho. Tudo o que a menina conhece  fora daquele lugar são ás histórias contada pelo, pai, que fala sobre, filmes e  sorvetes. Miriam vive deste lugar até seus  15 anos com a mãe...

 A cidade do sol é dividida em quatro partes: A história começa quando Mariam tem cinco anos e volta um pouco no tempo, para 1959. Ano em que Mariam nasceu   E termina  em 2003.

Mariam não é a única personagem, que tem destaque, na história. Laila também é uma notável, e apaixonante personagem. A cidade do sol, tem como tema as mulheres. Mulheres, que vivem, de formas diferentes, em um país, de cultura totalmente, diferente, no que estamos acostumadas. Mulheres que muitas vezes se vestem de burca, outras usam lenços, essas pequenas e significantes, variações, em seus comportamentos, depende, de duas coisas: do governo, e dos esposos.

Uma das partes, mais tristes, desta história, é quando, se relata a covardia de um homem. Diante da fragilidade, de uma mulher, a fragilidade, não é apenas física, como também cultural, e jurídica.  A mulher só tem um direito: obedecer ao marido. E diante da lei ela só encontra, punições, nunca defesa.

Laila. tem nove anos é uma linda menina, que adora estudar. Tem muitos sonhos, encorajada belo pai que é professor, sonha em ter uma profissão e fazer, muita diferença para seu país, onde mulheres  que trabalham  ainda é um tabu, poucas têm  o privilégio, de seguir uma carreira. Pois a maioria das meninas, tem seus destinos traçados desde  muito sendo.  Quando são  entregues    pelos próprios pais,para se casarem.  e na maioria das vezes, estes homens, são bem mais velhos que as meninas. Laila é uma menina muito solitária, seus irmãos foram para guerra, quando Laila ainda era muito pequena. Sua mãe, vive entre momentos de alegria, e depressão, muitas vezes, Laila é quem cuida da casa  enquanto sua mãe fica trancafiada por dias no quarto. Laila encontra alegria e refugio na amizade com Tariq, seu vizinho, ela também adora almoçar na casa do menino, onde ela sente um clima verdadeiramente de um lar feliz. Pois em sua casa não existe   paz, deste que os irmãos foram para guerra, a mãe de Laila, vive distante dela e do marido. Um homem paciente e amoroso.

 Em um dado-momento, da história, essas duas, mulheres, (Laila já será uma moça) irão, viver uma bela e forte, amizade, através de Mariam e Laila, Hosseini, assim como em "O caçador de pipas", volta a nos emocionar, abordando mais uma vez a importância, e o valor, de  uma verdadeira, amizade.
A cidade do sol. Por ser uma linda, homenagem, a todas, as mulheres . Sem desmerecer "O caçador de pipas". Me  atrevo a dizer, que  é mais, surpreendente, e emocionante. E até mais comovente. Em especial, quando, se  relata, três realidades, sobre as mulheres: As que se sacrificam, diariamente, para criar os filhos. As que perdem seus filhos nas guerras. E por fim as mulheres, que não podem ter filhos. 

Em um país, marcado por décadas de guerras, Hosseini, de maneira, surpreendente, nos apresenta  uma história, que tem registros reais, de guerras,  e conflitos políticos, que se adequa a vida e ao destino dos personagens. Chegando a citar os atentados de 11 de setembro. de 2001. Este livro, não é para quem ler, um para  passa tempo. É um livro  que mistura  ficção, e realidade. 
O autor Khaled Hosseini e Malala Yousafzai Fonte instagram do autor

Enquanto,eu  estava,me emocionando,com  está maravilhosa história.  Lembrei de uma menina, que até, poderia, ser uma personagem, desta, história. Mas como as histórias, escritas por Hosseini, é sempre o relato de uma realidade, está menina  e sua história são reais. Malala Yousafzai. A menina que Levou um tiro na cabeça enquanto voltava da escola.
Depois de sobreviver ao atentado, ganhou força para continuar lutando em busca de um mundo mais justo e igualitário. Para as mulheres

Veja aqui no link a história: http://entrepaginasemuitashistorias.blogspot.com.br/2015/06/vida-de-malala-garota-que-escapou-da.html


Tanto “O  caçador de pipas, e “A cidade do sol” nos deixa sempre uma mensagem de esperança e recomeço. Assim como o sol, nossa, esperança tem que renascer todos os dias. Pra a vida,valer apena. 




Espero que esta resenha tenha ajudado você, que busca alguma referencia, sobre este livro. Que pode ser definido em apenas duas palavras: Emocionante e Perfeito. 


Obrigado pela visita

Por Bia Oliveira.



Sobre o Autor 


01 julho 2015

CineLivros: John Green e Nat Wolff dizem que 'Cidades de Papel' celebra amizade

01/07/15





Autor disse que adaptação para cinema é melhor do que sua obra.
Escritor e ator estão no Rio para divulgar filme baseado em livro.




Em encontro com fãs e a imprensa nesta quarta-feira (1), o escritor John Green falou sobre a adaptação para o cinema de seu livro "Cidades de Papel", que chega aos cinemas no dia 9 de julho.
Acompanhado do ator Nat Wolff, que interpreta Quentin, o protagonista, ele afirmou que o sentido principal de seu texto foi preservado na adaptação. "A coisa mais importante era o entendimento da amizade é de como as pessoas são complexas. Isso era central".
Ele atesta a qualidade do trabalho. "Muita gente diz que adaptações para o cinema são piores do que os livros, mas acho que esta é claramente melhor".
John Green citou como destaque na narrativa a maneira como a personagem alvo romântico do protagonista é interpretada pela modelo Cara Delevigne. "Era importante mostrar que Margo não é um milagre, é uma pessoa. Humanizá-la era fundamental".
Sobre a paixão de Quentin por Margo, Nat Wolff conta que a história de amor está relacionada com outros fatores da sua vida que Quentin não consegue observar. "Às vezes você está focado em uma coisa, mas é preciso olhar para os lados".


Fascínio pela cartografia

O tema das cidades de papel, que são pequenas cidades criadas por cartógrafos para conseguir identificar cópias, foi escolhido por John Green sempre ser fascinado por esse trabalho. "Sempre fui encantado por este ofício de escrever, de desenhar o mundo como eles fazem".

Semelhanças com personagem

O escritor também enfatizou que adorou o trabalho de Wolff como o protagonista do filme. "Nat é muito esperto e estou satisfeito não só por ele fazer parte do elenco, mas por estar envolvido no processo como um todo".
Wolff, em contrapartida, elogiou Green e destacou que Cidades é seu livro favorito do autor. "Eu me senti extremamente à vontade durante as filmagens".
O ator contou que há semelhanças entre a vida de Quentin e a sua própria. "O filme foi como uma máquina do tempo. Eu também tinha dois amigos inseparáveis e uma paixão platônica. Foi como se eu voltasse no tempo. Eu também sigo acreditando que a amizade é algo muito importante na minha vida".


Sucesso no Brasil


John afirma que nunca esperou o sucesso que seus livros fizeram ao redor do mundo. "Eu nunca imaginei que meus livros iam ser traduzidos para o português e se tornariam best sellers aqui, por exemplo."
Green fez questão de reverenciar os leitores brasileiros. "Eu nunca me considerei diferente dos autores que falam para os jovens, mas é maravilhoso estar aqui e até é um pouco estranho, pois é algo que nunca imaginei. Eu gostaria de agradecer aos fãs brasileiros".

O escritor completou a sua fala mencionando a dificuldade de escrever para o público adolescente.
"É uma linguagem que não é para adultos e nem para crianças. É um meio termo. São linguagens que se encontram e, em algum momento, entram em conflito. É uma época diferente da infância, é uma época de primeiras vezes, de primeira paixão, de descobertas. Não são adultos, mas já abandonaram a infância", 
 afirmou John.





 Fonte: http://g1.globo.com/
Imagens:  (Foto: Cristina Boeckel/G1)